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Descrição arquivística
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Adoração da Cruz
PT ICPRT IC/D/044/0020 · Documento simples · s.d.
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Adoração da Cruz de compositor anónimo. Contém as 4 partes vocais (Tiple, Alto, Tenor, Baixo). É composto pelos seguintes andamentos: Para a Adoração da Cruz - “In quo salus mundi” (Adagio); Para beijar a Cruz . “Popule meus” (Adagio), “Agios ó Theos” (Adagio), “Agios Is chiros” (Adagio), “Agios ó Thanatos” (Adagio), “Sanctus” immortalis” (Adagio); Para a procissão – “Vexilla Regis” (Andante), “Quæ vid nerata” (Andante), “Impleta sunt” (Adante).

"Advento"
PT UCP/BUJPII RCVMG/F/02/0547 · Documento composto · [s.d.]
Parte de Ruy Cinatti Vaz Monteiro Gomes

Parte de "Archaelogia ad usum animae"; duas provas tipográficas.

Advocacia
PT UCP/CEHR AALN/C/B · Subsecção · 1906 - 1961
Parte de Arquivo Professor António Lino Neto

Documentação respeitante às funções e actividades desenvolvidas por António Lino Neto no âmbito da advocacia. Integra documentos que aludem à sua nomeação para funções específicas, nomeadamente no seio de uma Comissão responsável pela actualização da legislação sobre a propriedade 103 intelectual; correspondência avulsa com pedidos de informação/ assistência jurídica e com referências à sua colaboração com a Associação dos Jurisconsultos Católicos Portugueses ou com a Associação dos Advogados de Lisboa; recortes de imprensa com informação sobre algumas das intervenções de Lino Neto em juízo ou em acções cíveis extrajudiciais; peças de processos judiciais que contaram com a intervenção directa de Lino Neto e que se desenvolveram em torno de assuntos como: a restituição da posse e domínio sobre o edifício do Seminário do Funchal; a defesa do padre João Fernandes Moreno (pároco de Moledo do Vinho), acusado de participar num movimento monárquico; a defesa da firma «Aliança Agrícola e Comercial Lda.», num processo de concorrência industrial. Compreende, ainda, cópias de requerimentos e recursos redigidos por Lino Neto, respeitantes, entre outros assuntos, à defesa dos interesses da Irmandade do S. S. de Santa Engrácia e do culto na igreja de Santa Cruz do Castelo; a minuta de uma missiva, comunicando oficialmente a cessação das actividades ligadas à advocacia.

Advogado de Portugal contra a União Indiana
PT UCP/CEHR AGBC/D/B · Subsecção · 1957-08-17 - 1960-09-28
Parte de Arquivo Guilherme Braga da Cruz

Guilherme Braga da Cruz deu a sua colaboração técnica dada a sua preparação especializada em história jurídica na defesa dos direitos de Portugal no pleito instaurado contra a União Indiana perante o Tribunal Internacional de Justiça da Haia, a propósito de Damão e dos enclaves de Dadrá e Nagar-Aveli. Após a análise de fontes luso-indianas do Período Marata (1739-1818), enquadramentos histórico-jurídico à luz do direito internacional, da diplomacia e dos usos e costumes locais e dos princípios gerais do direito, Guilherme Braga da Cruz redigiu o parecer, cujo título completo é "Direito de passagem sobre território indiano. (Portugal c. Índia). O período marata (1739-1818). Parecer complementar. (Confronto entre a "Preliminary Objection" e o "Contra-Memorial" do Governo da Índia; e apreciação dos factos agora alegados pela primeira vez)". Além disso, redigiu os textos das exposições preparadas antes da "contestação" indiana e após a "contestação" indiana, lidos na barra do tribunal por Inocêncio Galvão Telles. Após o êxito da missão portuguesa, Guilherme Braga da Cruz foi várias vezes homenageado, destacando-se, pelo impacto, o jantar em Coimbra, no qual participaram cerca de 600 convivas. Acabou por não cobrar quaisquer honorários pelo trabalho empreendido, tendo ainda ficado com despesas das quais não foi reembolsado.

Advogado e notário
PT UCP/CEHR AJMBC/D/B · Subsecção · 1874-[?]-[?] - 1963-06-30
Parte de Arquivo José Maria Braga da Cruz

José Maria Braga da Cruz exerceu a profissão de advogado e notário, na sequência da sua formação em Direto pela Universidade de Coimbra.