Peça desenhada da Quinta do Farrobo.
Cáritas PortuguesaPeça desenhada referente à Quinta do Farrobo.
Cáritas PortuguesaPeça desenhada da Quinta do Farrobo.
Cáritas PortuguesaPeça desenhada da Quinta do Farrobo.
Cáritas PortuguesaPeça desenhada da Quinta do Farrobo.
Cáritas PortuguesaPeça desenhada da Quinta do Farrobo.
Cáritas PortuguesaPeça desenhada referente à Quinta do Farrobo.
Cáritas PortuguesaPeça desenhada referente à Quinta do Farrobo.
Cáritas PortuguesaPeça desenhada referente à Quinta do Farrobo.
Cáritas PortuguesaRecibo de Cosme Damião em como recebeu de Luísa Maria da Silva a importância de 109.870 réis para entregar à Prioresa do Convento de Santa Joana relativa ao foro da Quinta do Dolivo, do ano de 1772.
Execução da sentença da causa interposta por Isidora Inácia de Jesus contra Francisco António da Fonseca, como testamenteiro dativo do desembargador João da Cruz Dinis Pinheiro, relativamente ao prazo chamado a Quinta do Dolivo, sita na freguesia de Almargem do Bispo e do qual a suplicante se acha na posse por título de renovação e pelo Direito Senhorio ser o dito prazo de natureza de livre nomeação.
Certidão da sentença relativa à causa que colocou Isidora Inácia de Jesus como agravante e Luísa Maria da Silva como agravada, sendo favorável à segunda.
Escritura de renovação do prazo em vida de três pessoas e obrigação da Quinta do Dolivo estabelecido entre o frei Manuel do Rosário, religioso da Ordem de São Domingos e procurador geral dos Mosteiros da Anunciada e Rosa da mesma Ordem, nomeado por procuração, e Francisco da Silva, em nome e como procurador de Luísa Maria da Silva, viúva de José de Moura Barroso, o qual disse perante testemunhas que tendo a sua constituinte a pacífica posse de uma quinta que consta de casas, pomar, olival e terras de pasto e vinhas, sita na freguesia de Almargem do Bispo, termo de Lisboa, sendo o prazo do dolo de Livre nomeação, a qual lhe nomeara seu primo, o desembargador João da Cruz Dinis Pinheiro, por verba de testamento e cuja nomeação a dita constituinte aceitara com o protesto de não consentir no gravame que lhe pesava pois pretendera o dito Mosteiro acrescentar-lhe a terça parte mais do foro que pagava. Esse protesto levou o dito Mosteiro a pleitear contra Luísa Maria da Silva no Juízo da Correção do Cível da Corte e na sentença que se proferiu contra o dito Mosteiro se determinara não ser aquele o modo de poder obrigar a dita sua constituinte à renovação pretendida com o dito acrescentamento.
Documentação relativa à Quinta do Dolivo, em particular sobre o pagamento da décima de juro, apresentando Luísa Maria da Silva requerimento solicitando aos oficiais da Superintendência respetiva que executassem os bens da suplicante pela décima de juro, a que é obrigada a testamenteira do desembargador João da Cruz Dinis, pelo que este é devedor à Isidora Inácia de Jesus. Recorreu a suplicante e foi deferido que a Décima se cobrasse do dito testamenteiro e não da suplicante.
Sentença cível de preceito de Luísa Maria da Silva contra o reverendo padre e procurador geral do Convento de Santo Elói.