Um rascunho.
[folheto do Service Social International]
Margarida AbreuUm rascunho.
Uma prova tipográfica.
Requerimentos que irmãos, viúvas de irmãos, filhos de irmãos pobres e paroquianos pobres endereçaram à Mesa Administrativa da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau para lhes ser facultado socorro com esmolas por ocasiões de festividades religiosas (entrada do sagrado Lausperene por ocasião da Festa de São Nicolau) por atestada condição de pobreza; com cuidados médicos e medicamentos; para a realização de enterros por falta de meios financeiros; com o subsídio diário; para acudir à situação de irmãos que se encontram privados de liberdade com subsídio diário; para dar continuidade aos tratamentos; para dar entrada na enfermaria particular do Real Hospital de S. José para tratamento por não terem parentes que os cuidem. Os requerimentos contêm as informações do pároco da igreja paroquial, confirmando o estado de pobreza e de paroquiano, podendo conter também a corroboração do regedor da Regedoria da respetiva freguesia, a indicação do enfermeiro para que o facultativo seja informado da petição e, em diversos casos, a indicação do facultativo da necessidade do doente ser submetido "a banhos" e o número de sessões que prescreve (casos declarados de reumatismo, por exemplo) ou outras observações em relação ao estado ou tratamento administrado ao doente. Em alguns casos, os requerimentos vêm acompanhados de documentos de comprovam ou justificam o teor da petição, tais como atestados de pobreza emitidos pelo pároco da freguesia e corroborados pela Regedoria da Paróquia; atestados médicos; assentos de óbito; de casamento; diploma de admissão à irmandade; atestados quinzenais comprovando o estado do doente e a necessidade de continuar a receber abono de subsídio diário; ficha/papeleta do doente com indicação dos abonos de subsídio concedidos e visitas que lhe foram efetuadas; boletim de tratamento (Companhia das Águas Medicinais do Arsenal de Lisboa); ficha de matrícula/inscrição como irmão pobre, entre outros. Inclui ainda, conta geral de despesas com funerais.
Livro de registo de socorros prestados pela Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau a irmãos pobres e viúvas de irmãos. Os registos individuais dos socorridos apresentam o nome do socorrido, qualidade (irmão, viúva, filho/a de irmão), morada, "Data da parte de doente ou consulta médica", subsídios abonados, custos com funerais, carceragem, data da alta, valor da "importância despendida em subsídio", "Importância despendida durante o ano" e observações.
Série composta por um maço com relação de sócios do Montepio Eclesiástico do Reino e um título de sócio do Montepio datado de 1845.
Integra esta secção o conjunto documental referente aos sócios do Montepio Eclesiástico do Reino, constituído por uma relação dos sócios (1845).
Resumos de seis lições de Prof. Jean-Daniel Reynaud no Curso de Sociologia Industrial, no Instituto de Estudos Sociais.
Acácio CatarinoCópia do artigo "Sociologia... Galinácea", de Abel Varzim, publicado originalmente no Jornal de Barcelos de 3 de setembro de 1959 e republicado na edição do mesmo jornal de 22 de agosto de 1974, páginas 1 e 4.
Transcrição parcial do artigo "Sociologia... Galinácea", de Abel Varzim, publicado originalmente no Jornal de Barcelos de 3 de setembro de 1959 e republicado na edição do mesmo jornal de 22 de agosto de 1974, páginas 1 e 4.
Guilherme Braga da Cruz integrou o Círculo de Estudos Sociais Vector na qualidade de sócio fundador em 18 de dezembro de 1970, tendo exercido as funções de presidente da Assembleia Geral no triénio 1971-1973 e reeleito para o triénio 1976-1978.
Guilherme Braga da Cruz foi sócio fundador da Sociedade Internacional Francisco Suárez, instituída em 1948, e foi seu presidente de 13 de junho de 1961 a 6 de dezembro de 1962, por inerência do exercício das funções de reitor da Universidade de Coimbra.
José Maria Braga da Cruz foi sócio da Empresa Minho Gráfico, estando entre os seus fundadores.
José Maria Braga da Cruz filiou-se como sócio efeito do Instituto Minhoto de Estudos Regionais em novembro de 1943, sendo o sócio n.º 15. Em 25 de julho de 1947 pediu a desvinculação ao instituto.