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Descrição arquivística
[Contas aprovadas]
PT ICPRT IC/A/039/0001 · Documento composto · [1870-00-00] a [1887-05-03]
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Para além das contas anuais inclui um Mandado de despesa de formulário impresso, relativo à década de 1880 (sem especificar ano), com preenchimento incompleto e uma cópia de «Mandado para intimação» da Irmandade a respeito da prestação das suas contas.

Adjudicações e cazeiros
PT ICPRT IC/A/0083 · Documento composto · Data(s) predominante(s): 1831-08-00 a 1867-08-19
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Nos primeiros fólios são registados o «Deve» e o «Hade haver» (receita e despesa), desde Agosto de 1831, com remissão para registos em fólios posteriores do livro em que é registada a informação sobre cada propriedade adjudicada (a mesma propriedade surge registada mais do que uma vez ao longo do livro como se verifica pelo índice final).
Mapas de receitas e despesas das casas adjudicadas e caseiros da Irmandade (ex.: juros, rendas/alugueres, obras, décima). Registo de informações relativas às casas da Irmandade: data de hipotecas, tipo de arrendamento, alterações nos contratos, pagamentos de fianças, juros pagos pelos devedores, nomes e profissões de caseiros e fiadores, execuções e adjudicações, despesas com obras, pagamentos de alugueres e pensões, entre outras.
Índice final, nos fls. 194-196, com remissão para fólios do livro (a partir do fl. 22), número dos arrendamentos, localização (ex.: Rua das Flores, Fonte da Colher (Miragaia), Rua do Cativo e Cimo de Vila, Corpo da Guarda, Rua da Bela Princesa) e nome dos caseiros.
Alguns fólios apresentam riscos por cima da informação registada.
Contém folhas menores, soltas, com anotações relativas a contas (ex.: cálculos, recibos), uma delas com a conta do trabalho pago a oficiais responsáveis pela armação da festa de Santo André Bellino datada de 1871.
Com termo de abertura no fl. 1 e termo de encerramento no fl. 201v.

Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto
Livro para registo dos orçamentos e contas
PT ICPRT IC/A/042/0001 · Documento simples · 1890-00-00 a 1920-00-00
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

A partir do ano económico de 1898 a 1899 passa a constar uma coluna na despesa com o número dos mandados. Entre os fólios 79 e 80 existe uma folha solta com uma planta de propriedades (casas, capela, terreno).
Com termo de abertura no fólio [1] e termo de encerramento no fólio 147v.

PT ICPRT IC/A/0102 · Documento simples · 1891-06-20 a 1930-05-23
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Copiador da correspondência expedida pela Irmandade dos Clérigos do Porto. Este livro é composto por ofícios expedidos a diversas entidades e figuras, tal como figuras da vida eclesiástica (ex.: Pio X, Núncio Apostólico em Portugal); autoridades administrativas (ex.: Administrador do Bairro, Junta de Freguesia da Vitória, Junta Geral de Distrito, Escrivão de Fazenda do 2.º Bairro, assim como requerimentos efectuados ao Rei, Governador Civil e Câmara Municipal); a repartições centrais (ex.: Direcção Geral de Assistência, Serviços de Inspecção Estatística e Castro da Assistência); companhias e serviços (ex.: Agência de Publicidade, Companhia de Carris de Ferro do Porto); outras Irmandades (ex.: Mesa da Irmandade da Lapa); assim como Irmãos e privados.
Entre os fls. 12v. e 13 encontram-se dois ofícios originais avulsos, pela seguinte ordem:

  • Circular n.º 52, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Presidente da Irmandade dos Clérigos Pobres, em 1936-03-04;
  • Ofícios enviado pelo Juiz da Irmandade dos Clérigos do Porto ao Administrador do Bairro Ocidental do Porto, em 1935-03-12.
    Esta fonte contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 223v.).
Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto
Livro de Dividas Activas e Passivas
PT ICPRT IC/A/0104 · Documento simples · 1891-06-30 a 1928-06-30
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Registo das dívidas activas e passivas da Irmandade dos Clérigos do Porto. As relações de dívidas, em formato de quadro, eram elaboradas no dia 30 de Junho de cada ano e constam do nome dos devedores/credores, a importância em causa, a sua proveniência, os anos económicos a que se reportam e, em alguns casos, observações, tais como a data de pagamento das dívidas. Todos os registos são validados através da assinatura dos membros da Mesa, após leitura da relação de dívidas e confirmação da mesma com a escrituração respectiva.
Esta fonte contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 94v.).

Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto
Tabellas da receita e despeza de cada anno
PT ICPRT IC/A/0110 · Documento simples · 1900-00-00 a 1928-00-00
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Tabelas com valores de receita (relativos a: juros, acções da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, receitas não orçadas, aluguer de lojas, entre outros) e de despesa (relativos a: ordenados, Coro, missas, guisamentos, décima de juros, entre outros) de cada ano económico. Na despesa do ano económico 1911-1912: parcelas de valores do «Orçamento 2º supplementar».

Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto
PT ICPRT IC/B/0024 · Documento composto · [1745-04-10] a [1751-01-25]
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Livro de certidões das missas celebradas no seguimento de um contrato efectuado entre a Irmandade dos Clérigos do Porto e a extinta Confraria do Divino Espírito Santo. Neste contrato, a Irmandade dos Clérigos comprometeu-se a rezar missas de esmola de cem réis (na totalidade do valor de 285$380 réis), em troca dos paramentos da Confraria do Divino Espírito Santo. O livro é composto de três partes distintas.
A primeira parte (fls. 4v. a 18v.) é composta pelas declarações de intenção pelos sacerdotes da Irmandade dos Clérigos, em que se estabelece o número de missas a celebrar; data; assinatura do sacerdote e remissão para o fólio onde se encontra o registo de que as missas foram satisfeitas.
A segunda parte (fls. 24 a 47) é composta por certidões de missas pelos mesmos párocos que tinham declarado a sua intenção, com os seguintes dados: nome, número de missas celebradas, remissão à declaração na primeira parte do livro, data e assinatura - encontram-se 3 certidões anexadas, enviadas por sacerdotes que se encontravam fora do Porto.
A terceira parte (fls. 70 a 75) é composta por um índice onomástico dos Irmãos que celebram as missas.
No início do livro (fólios 2 a 3) encontra-se um termo explicativo do contrato realizado.
Esta brochura contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. [81v.]).

Igreja e Sacristia da Irmandade dos Clérigos do Porto
PT ICPRT IC/B/011/0008 · Documento composto · 1802-11-15 a 1836-08-14
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Brochura constituída por certidões de missas rezadas em cumprimento do Legado do Irmão João Tinoco Vieira, Reverendo, (1802-11-15 a 1832-02-14) e por recibos de ordenados pagos aos Tesoureiros da Igreja da Irmandade dos Clérigos do Porto (1802-11-15 a 1836-08-14). Nos recibos de pagamento aos Tesoureiros da Igreja registaram a identificação do oficial responsável pelo pagamento (profissão e nome do Secretário); o valor do ordenado; a datação do recibo (data tópica e data cronológica: dia, mês e ano); a assinatura do Tesoureiro da Igreja (profissão, nome e cargo); entre outros.
No fólio 34, o Secretário registou uma nota relativa ao aumento do ordenado do Tesoureiro da Igreja «(…) em attenção ao seu grande zêlo, e trabalho excessivo (…)» (despacho da Mesa de 1836-08-05).
Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 70v).

PT ICPRT IC/B/011/0010 · Documento simples · 1822-10-10 a 1825-08-19
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Maço constituído por certidões de missas (1822-12-09 a 1825-08-19), por recibos de entrega de dinheiro (1822-10-10, 1822-10-15 e 1822-10-26) e por registos de desconto de papel-moeda (1823-10-14 e 1823-11-28). As certidões de missas – rezadas por alma de José Barbosa de Albuquerque (1822-12-09 a 1825-08-19) e de António José Borges e suas irmãs (1823-02-19 a 1823-06-18), primos do instituidor, – atestam o cumprimento do Legado do Irmão José Barbosa de Albuquerque (Reverendo e Abade de Santa Maria de Oliveira). Os recibos comprovam a entrega de dinheiro após o falecimento, em 1822-03-14, da última prima do instituidor (Teresa Margarida de Jesus) aos Hospitais de Santa Clara (Cordoaria), dos Lázaros e Lázaras, dos Entrevados (Cimo de Vila) e Entrevadas (Santo Ildefonso), de acordo com o legado anteriormente mencionado.

PT ICPRT IC/B/011/0011 · Documento simples · 1787-05-15 a 1834-11-29
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Livro constituído por certidões de missas rezadas, pelas almas do purgatório, em cumprimento do Legado dos irmãos José da Glória Camelo (Reverendo e Doutor) e Dona Tomásia Rosa de São José Camelo, Irmãos da Irmandade dos Clérigos do Porto.
Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 146v).

[Legado de Manuel Rodrigues Leão: missas]
PT ICPRT IC/B/011/0012 · Documento composto · 1750-04-01 a 1754-01-16
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Brochura constituída por assentos relativos ao cumprimento do Legado de Manuel Rodrigues Leão, Irmão Secular da Irmandade dos Clérigos do Porto: súmula do conteúdo do legado; exposição do objectivo da fonte; registos da intenção de rezar missas no âmbito do referido legado (com os dados: número de missas que pretende rezar e intenção das mesmas; assinatura do sacerdote (profissão e nome); entre outros) e respectivas certidões de missas (numeradas, de 1750-04-01 a 1754-01-16).

PT ICPRT IC/B/011/0013 · Documento composto · [1776-11-15] a 1832-02-15
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Livro constituído por listas (fólios 2 a 10v, de [1776-11-15] a 1778-09-05) e por certidões de missas rezadas em cumprimento do Legado do Irmão Manuel Rodrigues Leão ou Legado da Capela do Coro (fólios 11 a 33v, de 1778-08-16 a 1832-02-15). Nas listas registaram o quartel; o mês; o dia do mês; o dia da semana (menção exclusiva ao sábado); a identificação do sacerdote (nome) e a indicação de pagamento («pg»).
Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 196v).

Fundo da Capela de Nossa Senhora da Lapa
PT ICPRT IC/B/0056 · Documento simples · 1787-07-00 a 1842-00-00
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

Inicialmente, a 11 de Agosto de 1787, é registada uma proposta de Fernando José de Figueiredo, Secretário à Mesa da Irmandade, para que o dinheiro deixado à Capela de Nossa Senhora da Lapa em testamento pelo Ex-Secretário José Fernandes Ferreira, assim como outras esmolas futuras dadas à Capela, se pusessem a juros, para que do seu produto se pagasse a festa da Nossa Senhora da Lapa, de acordo com os Estatutos (Capítulo 28, título 3º) e ainda que aqueles juros se lançassem num livro separado dos Legados da Irmandade.
Registo dos rendimentos dos juros do Fundo da Capela de Nossa Senhora da Lapa (ex.: por letras, escrituras) com remissão para os fólios do mesmo livro em que se registam adiante as contas da Capela.
No fl. 9 é apresentado o «Balanço do Fundo» da Senhora da Lapa com data de 1742.
Após vários fólios em branco, a partir do fl. 49v, registam-se as contas de despesa (ex.: esmolas, rosários, cera, música) e receita (ex.: juros, esmolas) da Capela de Nossa Senhora da Lapa, com cálculo de saldo financeiro e aprovação das contas pelo Presidente e Mesa da Irmandade dos Clérigos, com início no ano de 1787 para 1788. Registo de contas organizado por «Deve» e «Ade aver»/«Haver», registados lado a lado, com indicação do nome do Secretário em funções. Até ao ano de 1795 para 1796 a despesa é registada no verso dos fólios e a receita na frente, a partir do ano seguinte a posição dos registos inverte-se (receita no verso e despesa na frente dos fólios). Os registos de contas remetem frequentemente para os fólios de outros livros da Irmandade, como por exemplo: «Conta Geral», «Livro dos Irmãos», «Recibos».
No fl. 145 existe um «Index» com remissão para os fls. 7, 8 e 9.
Com termo de abertura no fl. 1 e termo de encerramento no fl. 146v.

Igreja e Sacristia da Irmandade dos Clérigos do Porto
Livro das Missas dos Irmãos
PT ICPRT IC/B/030/0001 · Documento simples · 1788-08-19 a [1797-04-30]
Parte de Irmandade dos Clérigos do Porto

No fl. 202v. encontra-se um termo de 10 de Setembro de 1795 em que se determina que o Tesoureiro da Igreja deveria mandar dizer 25 missas por alma de cada Irmão falecido, até completar o número de 300 missas, instituído pelos Estatutos da Irmandade.
Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 244v.).