Talões de ordens de despesa (relativos a subsídios diários a irmãos presos; socorros mensais distribuídos por irmãos e viúvas de irmãos pobres e paroquianos; vencimentos mensais do andador, facultativo, professores e professoras das escolas da irmandade, escriturário, menino de capela, etc.; aquisição mensal de diversos artigos e utensílios para as escolas da irmandade; consertos e engomadoria dos bibes, compra de sapatos para alunos; lavagem e obras nas escolas; rendas das casas da escolas; prémios pecuniários concedidos aos alunos que obtiveram aprovação nos exames (no verso contém lista nominal dos alunos e alunas, o grau escolar frequentado, a nota qualitativa obtida e o respetivo valor recebido); mensalidades e compra de diversos artigos de estudo para os alunos matriculados no Colégio Cibele a expensas da irmandade (no verso contém lista nominal dos alunos, grau escolar frequentado e os montantes despendidos); celebração de missa e 'Libera me' (música sacra) pela alma do rei D. Pedro V; festividades da Nossa Senhora da Caridade e receção do Lausperene; pensões pagas relativas a encargos de legados deixados à irmandade; medicamentos e tratamentos facultados aos irmãos e paroquianos pobres; funerais de paroquianos, irmãos e viúvas de irmãos; encargos com legados; esmolas distribuídas aos irmãos, viúvas de irmãos pobres e paroquianos pelo Natal e pela Páscoa; condução e hospitalização de paroquianos ou irmãos pobres doentes no Hospital S. José; selos e outros artigos de expediente da Secretaria; julgamentos de contas da irmandade relativo aos anos económicos em questão; consumo de água nas aulas das meninas; entre outras); e de Receita (cedência do aumento do ordenado mensal como professor da Escola da Irmandade; parte das cotas mensais de joias de irmãos novos que pertencem ao cofre da caridade; dividendos anuais de ações da Companhia das Lezírias; juros recebidos da Junta de Crédito Público em inscrições de assentamento semestrais; juros semestrais do Montepio Geral; dividendos recebidos do Banco de Portugal relativos a títulos de ações do mesmo Banco; juros de Bilhetes do Tesouro; redução dos encargos pios das capelas que a irmandade administra; esmolas pela cedência da cadeirinha para transporte de doentes; entre outras).
As ordens de despesas estão assinadas pelo juiz e pelo 2.º escrivão e as ordens de receita pelo 2.º escrivão e pelo 2.º tesoureiro.
Em alguns talões de receita relativas às cotas mensais pagas pelos irmãos novos e que vão para o cofre da caridade encontramos no verso uma lista nominal dos irmãos a que se refere o documento e respetivos montantes pagos.
No conjunto relativo aos talões de despesas do ano económico de 1896-1897 faltam os talões relativos às ordens de pagamento n.º 1 a 112 e 125 a 127; no ano económico 1898-1899 faltam os talões de despesa relativos às ordens de pagamento n.º 63 a 125 e 137 a 157; no ano económico 1897-1898 faltam os talões de despesa das ordens de pagamento n.º 1 a 47, 52 a 63, 65 a 69, 71 e 71, 75 a 93, 96 a 99, 101 a 119 e 121 a 141.
Os documentos estão organizados por despesa e receita e por ano económico, sendo que todos os talões estão numerados sequencialmente, a iniciar em 1 em cada delas, e ordenados em conformidade.
Os talões de ordens de receita e de despesa do cofre da caridade dizem respeito aos anos económicos de 1890-1891; 1891-1892; 1892-1893; 1893-1894; 1894-1895; 1895-1896; 1896-1897; e, 1897-1898.
Talões de ordens de despesa (com subsídios diários a irmãos presos; socorros mensais distribuídos por irmãos e viúvas de irmãos pobres e paroquianos; vencimentos mensais do andador, facultativo, professores e professoras das escolas da irmandade, escriturário, médico, etc.; aquisição mensal de diversos artigos e utensílios para as escolas da irmandade; consertos e engomadoria dos bibes, compra de sapatos para alunos; lavagem e obras nas escolas; folhetos anunciando a festa da Nossa Senhora da Caridade; rendas das casas da escolas; prémios pecuniários concedidos aos alunos que obtiveram aprovação nos exames (no verso contém lista nominal dos alunos e alunas, o grau escolar frequentado, a nota qualitativa obtida e o respetivo valor recebido); pagamento ao Hospital S. José pelo julgamento dos legados pios deixados à irmandade; celebração de missa e 'Libera me' (música sacra) pela alma do rei D. Pedro V; festividades da Nossa Senhora da Caridade e receção do Lausperene; pensões pagas relativas a encargos de legados deixados à irmandade; medicamentos e tratamentos facultados aos irmãos e paroquianos pobres; funerais de paroquianos, irmãos e viúvas de irmãos; encargos com legados; esmolas distribuídas aos irmãos, viúvas de irmãos pobres e paroquianos pelo Natal e pela Páscoa; selos e outros artigos de expediente da Secretaria; julgamentos de contas da irmandade relativo aos anos económicos em questão; consumo de água nas aulas das meninas; entre outras); e, e de Receita (cedência do aumento do ordenado mensal como professor da Escola da Irmandade; parte das cotas mensais de joias de irmãos novos que pertencem ao cofre da caridade; dividendos anuais de ações da Companhia das Lezírias; juros recebidos da Junta de Crédito Público em inscrições de assentamento semestrais; juros semestrais do Montepio Geral; dividendos recebidos do Banco de Portugal relativos a títulos de ações do mesmo Banco; juros de Bilhetes do Tesouro; redução dos encargos pios das capelas que a irmandade administra; esmolas pela cedência da cadeirinha para transporte de doentes; entre outras).
As ordens de despesas estão assinadas pelo juiz e pelo 2.º escrivão e as ordens de receita pelo 2.º escrivão e pelo 2.º tesoureiro.
Em alguns talões de receita relativas às cotas mensais pagas pelos irmãos novos e que vão para o cofre da caridade encontramos no verso uma lista nominal dos irmãos a que se refere o documento e respetivos montantes pagos.
Os documentos estão organizados por despesa e receita e por ano económico, sendo que todos os talões estão numerados sequencialmente, a iniciar em 1 em cada delas, e ordenados em conformidade.
Os talões de ordens de receita e de despesa do cofre da caridade dizem respeito aos anos económicos de 1905-1906; 1906-1907; 1907-1908; 1908-1909; e, 1909-1910.
Conjunto de talões para servirem de prova e para controlar os depósitos em contas bancárias efetuados pelo Santuário.
Inclui comprovativos de operações de câmbio emitidas pelas seguintes entidades: «Banco Lisboa & Açores»; «José Henriques Totta»; «José Rodrigues Testa»; «London and Brazilian Bank Lda.».
Parte de "Conversa de rotina. Fait divers"; uma prova tipográfica.
Parte de "Conversa de rotina. Fait divers"; duas provas tipográficas.
Um rascunho; Incompleto.
Um rascunho.
Dois rascunhos.
Um rascunho.
Duas provas tipográficas.
Transcrição do índice da tese de doutoramento de Abel Varzim.
Tabelas com valores de receita (relativos a: juros, acções da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, receitas não orçadas, aluguer de lojas, entre outros) e de despesa (relativos a: ordenados, Coro, missas, guisamentos, décima de juros, entre outros) de cada ano económico. Na despesa do ano económico 1911-1912: parcelas de valores do «Orçamento 2º supplementar».
Mesa da Irmandade dos Clérigos do PortoDossier com correspondência enviada à Junta Central da Acção Católica pela Direção Nacional da Juventude Católica, Direção Nacional da Liga Católica, Direção Nacional da Juventude Católica Feminina acerca de pagamento de quotas.
Conjunto de tabelas de preços do bar, dactilografadas e impressas.