Zona de identificação
Código de referência
Título
Data(s)
- 1958-11-28 (Produção)
Nível de descrição
Dimensão e suporte
16,43 x 25,7 cm (papel)
Zona do contexto
Nome do produtor
História biográfica
Manuel Duque Vieira nasceu em 8 de novembro de 1902 em Mata, Torres Novas, no seio de uma família de proprietários rurais. Em 1929 formou-se em Ciências Histórico-Filosóficas e iniciou o curso de habilitação para o magistério liceal, que terminou em 1931. A partir daí iniciou a sua carreira de professor, ensinando nos liceus da Guarda, Angra do Heroísmo e Castelo Branco. Em 1955 foi transferido para o Liceu Pedro Nunes, em Lisboa. Em 1947 pertenceu à comissão de reforma do ensino secundário, foi membro da Junta Nacional de Educação, fez parte do júri de exames de Estado e elaborou pontos de exame para avaliações a nível nacional. Aposentou-se em 1972. Foi colaborador assíduo de publicações periódicas, tendo fundado em Castelo Branco o semanário "Reconquista". A sua ligação aos círculos católicos fê-lo colaborar com o jornal "Novidades" e com as revistas "Estudos" (do Centro Académico de Democracia Cristã de Coimbra) e "Flama". As revistas "Liceus de Portugal" e "Labor" espelham o seu pensamento sobre questões educativas. Neste âmbito, enquadra-se inicialmente numa corrente nacionalista católica e conservadora. Defendia a criação de escolas técnicas como meio de aliviar os liceus da pressão social a que estavam sujeitos e de adaptar o ensino às necessidades da economia portuguesa. Neste sentido, entendia que para as universidades apenas deveria transitar uma minoria, verdadeiramente vocacionada para os estudos superiores. Nos anos 50 e 60 o seu pensamento evoluiu para o que será a teorização social progressista da Igreja, promovida pelo Concílio do Vaticano II. Faleceu em 20 de janeiro de 1972.
Entidade detentora
História do arquivo
Fonte imediata de aquisição ou transferência
Zona do conteúdo e estrutura
Âmbito e conteúdo
Carta de Manuel Duque Vieira – professor para António Ferreira Gomes - bispo do Porto referindo-se à “Carta a Salazar” expressa “A carta…é um documento precioso, que a História recolherá um dia…Pela sua grandeza e significado…”; indica que este documento dividiu os portugueses “…conservadores, monárquicos para quem a democracia é um crime…” e outros que “…empolgados…começaram a olhar com respeito e simpatia para o pensamento cristão.”; também indica “A nação está, de maneira geral, em condições de aceitar um democracia cristã…”; Lisboa, 1958-11-28
Avaliação, seleção e eliminação
Incorporações
Sistema de arranjo
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Condições de acesso
Condiçoes de reprodução
Idioma do material
- português
Sistema de escrita do material
Notas ao idioma e script
Características físicas e requisitos técnicos
Documento manuscrito
Instrumentos de descrição
Zona de documentação associada
Existência e localização de originais
Existência e localização de cópias
Unidades de descrição relacionadas
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Identificador(es) alternativo(s)
Pontos de acesso
Pontos de acesso - Assuntos
Pontos de acesso - Locais
Pontos de acesso - Nomes
- António Ferreira Gomes1 (Destinatário)
Pontos de acesso de género
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Identificador da descrição
Identificador da instituição
Regras ou convenções utilizadas
Estatuto
Nível de detalhe
Datas de criação, revisão, eliminação
Línguas e escritas
Script(s)
Fontes
Fontes utilizadas para o campo Âmbito e Conteúdo foram:
Catholic-Hierarchy - Bishop António Ferreira Gomes - sítio web [https://www.catholic-hierarchy.org/bishop/bferrgo.html] consultado a 2023-07-14
Fundação SPES - Breve Perfil Biográfico - sítio web [https://www.fspes.pt/biografia.html] consultado a 2023-07-14
Fontes utilizadas para o campo Nome do autor foram:
PAPIR - Centro de Estudos de História Religiosa - Coleção MDV - Coleção de Manuel Duque Vieira – sítio web [https://portal.cehr.ft.lisboa.ucp.pt/arquivos/index.php/colecao-de-manuel-duque-vieira] consultado a 2023-07-14
Nota do arquivista
Descrição realizado por Nuno Ribeiro
