Guilherme Braga da Cruz foi sócio efetivo do Instituto de Coimbra desde 1948, tendo exercido as funções de vice-presidente da direção nos mandatos de 1961-1964, 1966-1967 e 1968-1974.
Guilherme Braga da Cruz aderiu à Associação dos Jurisconsultos Católicos na qualidade de sócio efetivo em 15 de setembro de 1960, tendo pedido a sua desvinculação em 28 de dezembro de 1969, devido à publicação, no boletim da instituição, de um relato falseado dos acontecimentos académicos em Coimbra no mês de abril.
Guilherme Braga da Cruz foi sócio e presidente do Conselho de Direção da Mobiliária, Sociedade Cooperativa de Responsabilidade Limitada, não sendo possível precisar com segurança as datas da sua ligação à empresa.
José Maria Braga da Cruz associou-se ao Centro Académico de Democracia Cristã nos tempo em que frequentou a Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, entre 1906 e 1911, mantendo contacto com as actividade do Centro ao longo da vida. O Centro Académico de Democracia Cristã havia sido fundado em Coimbra por Francisco José de Sousa Gomes, pai da sua futura esposa. José Maria Braga da Cruz viria a integrar a sua direção, juntamente com António Augusto de Castro Meireles e José Diniz da Fonseca.
Guilherme Braga da Cruz foi sócio do Centro Académico de Democracia Cristã, provavelmente a partir de 1933, tendo exercido funções e vice-presidente entre 1936-1937. Mais tarde, em março de 1951, Guilherme Braga da Cruz foi presidente da Comissão de Receção das Comemorações das Bodas de Ouro do Centro Académico de Democracia Cristã.
Documentação reunida por Guilherme Braga da Cruz enquanto sócio da empresa tipográfica de Braga "Augusto Costa e Companhia Limitada". A associação de Guilherme Braga da Cruz a esta empresa foi por cessão de quota de seu pai, José Maria Braga da Cruz, através de escritura, em 1971.
Em cerca de 1942 Guilherme Braga da Cruz tornou-se sócio da Livraria Cruz, fundada pelo seu avô paterno, José António da Cruz, em 1888.
Documentação relacionada com o relacionamento institucional de Guilherme Braga da Cruz com a empresa DERSINA - Sociedade de Derivados de Resinas de Aveiro, podendo supor-se a sua participação na qualidade de sócio, não sendo possível precisar as datas da sua ligação à empresa.
Guilherme Braga da Cruz integrou, na qualidade de sócio, a Associação Jurídica de Braga quando da sua "restauração" no início da década de 1950, não sendo possível precisar com segurança a data da sua associação.
Guilherme Braga da Cruz inscreveu-se como sócio em novembro de 1952, pagando uma quota de 5 escudos por mês. Embora esta documentação não se insira no período cronológico no qual Guilherme Braga da Cruz frequentou a Universidade de Coimbra como seu aluno, a produção documental está intimamente ligada à sua qualidade de aluno, daí estar inserida nesta secção respeitante às "Atividades Estudantis".
Guilherme Braga da Cruz foi aceite como sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo na sessão de 20 de fevereiro de 1965, conforme lhe foi comunicado em carta de 28 de fevereiro de 1965.
Guilherme Braga da Cruz integrou a Academia das Ciências de Lisboa, na sua Classe de Letras, na qualidade de sócio correspondente a partir de 1962.
Correspondência com informações acerca de reuniões e colóquios, brochura do congresso internacional com o tema "L'enfant", a realizar de 22 a 27 de maio de 1972, e um catálogo com as publicações da Sociedade.
Contém ofícios da Société Belge d’Etudes et d’Expansion, remetidos de Liége, para António Lino Neto. Predominam os seguintes assuntos: convite para o destinatário integrar o Comité de Honra da Sociedade; pedidos de colaboração e de artigos para boletins e volumes específicos; mensagens de agradecimento pela colaboração prestada; envio de exemplares de Boletins com artigos da autoria do destinatário. Inclui também uma missiva de Georges Roy, presidente do Tribunal e da Câmara do Comércio de Melun, solicitando diplomas regulamentares nacionais.
Textos sobre a sociedade portuguesa. Contém: Acácio Catarino, A realidade social portuguesa à luz da Solicitude Social da Igreja, 1989-04-28; Ernâni Lopes, Problemas fundamentais da economia portuguesa, AIP, 1988-04-07; Comissão Nacional Justiça e Paz, Solidários na construção de uma sociedade mais humana, [s.d.]; Béatrice Varine, Portugal, dix ans de démocratie, Problèmes politiques et sociaux, 507, 1985; Comissão Nacional Justiça e Paz, Solidários na construção de uma sociedade mais humana, 1989; Acácio Catarino, Sinais dos tempos nos problemas sociais, [s.d.]; Acácio Catarino, Aspectos da situação económica-social da população portuguesa, 1987-06-01; Acácio Catarino, Aspectos da situação sócio-económica em Portugal, 1987-04-22; Acácio Catarino, Sugestões (esquema), 1985-01-11; Acácio Catarino, Aspectos da situação sócio-económica portuguesa à luz da Encíclica Solicitude Social da Igreja (SSI), [s.d.]; Acácio Catarino, Aspectos da situação e prespectivas sociais em Portugal, Fátima, 1989-04-28; Acácio Catarino, Problemática social actual, segundo a Encíclica Solicitude Social da Igreja (SSI), Santarém, 1988-04-19; Acácio Catarino, Encíclica Solicitude Social da Igreja, Vigararia de Lisboa III, 1988-05-07; Maria Filomena Alvim, General picture of the social situation in Portugal, X European Caritas Regional Conference, [s.d.]; E você, já morreu?, 1996.
Cáritas Portuguesa