Série composta por documentação relativa a trabalhos desenvolvidos por Manuela Silva para a UNICEF.
Série composta por documentação relativa a trabalhos desenvolvidos por Manuela Silva para a União Europeia, nomeadamente o Comité d'Appui dans le Domaine de la Pauvreté et de l'Exclusion Sociale. As temáticas abordadas consistem na pobreza, exclusão social e igualdade de oportunidades das mulheres em face do emprego.
Série composta por documentação relativa a trabalhos desenvolvidos por Manuela Silva na preparação do III Plano de Fomento. Estão incluídos estudos e relatórios produzidos noutros momentos ou por outras entidades sobre educação, política de trabalho, desenvolvimento comunitário.
Documentação referente à situação da Igreja em Moçambique, à Comissão Justiça e Paz, à prisão do Padre Mário de Oliveira, à Guerra Colonial, ao Ano Santo da Reconciliação, ao Sínodo sobre a evangelização no mundo contemporâneo, à Comunidade da Capela do Rato, à situação da Igreja no Patriarcado de Lisboa. Contém: um comunicado de um conjunto de cristãos da diocese de Lisboa sobre a «situação da Igreja em Moçambique e a explosão de missionários e do Bispo de Nampula», (s. d.); um texto e uma cronologia onde se descreve a sucessão dos acontecimentos em Moçambique e expulsão dos missionários de Nampula, (1974); um folheto «Da Paz que Depende de Ti» sobre o país em guerra, a luta dos povos africanos e incitamento à coragem dos cristãos a falarem contra a guerra e mobilizarem em prol da paz, (s. d.); uma missiva dirigida a Marie Agne, sobre a expulsão de missionários e de D. Manuel Vieira Pinto, Bispo de Nampula, pedindo ajuda na difusão do assunto no estrangeiro e uma tomada de posição da Igreja internacional, (20 de abril de 1974); uma carta de um grupo de cristãos ao Patriarca de Lisboa insistindo para que o prelado os recebesse pessoalmente, a fim de falar sobre o movimento de «acções no domínio da justiça e paz», (3 de abril de 1974); um documento sobre «A Acção Recente das Comissões Europeias de Justiça e Paz em Relação a Portugal», (s. d.); uma cópia da carta enviada por um conjunto de cristãos da diocese de Lisboa à Comissão Pontifícia Justiça e Paz, relativo às prisões ocorridas nos últimos meses de 1973, (março de 1974); uma cópia da «Carta ao Povo de Deus do Patriarcado de Lisboa», assinada por D. António Ribeiro, sobre a necessidade de «fazer publicar um jornal de inspiração cristã», (6 de julho de 1974); um comunicado escrito por cristãos do Patriarcado de Lisboa com o título «A Igreja de Nampula Interpela-nos», onde se faz um relato dos acontecimentos sobre a recente expulsão dos padres Combonianos e do Bispo de Nampula, (16 de abril de 1974); comunicado nº3 sobre a prisão do P. Mário de Oliveira, (1 de maio de 1973); cópia de dois documentos assinados por D. Manuel Vieira Pinto, «Repensar a Guerra. Reflexão pastoral na 7ª Jornada Mundial da Paz», (janeiro de 1974) e «Comunicado da Secretaria da Diocese de Nampula», (12 de fevereiro de 1974); um documento sobre o trabalho dos grupos de trabalho do Sínodo da Evangelização, onde se apresenta «algumas sugestões para a Renovação da Evangelização» no contexto da sociedade portuguesa, (s. d.); um documento sobre a celebração do Ano Santo como «convite à reconciliação», (s. d.); um exemplar da carta escrita por Maria Ezequiel de Andrade Belo, Maria Vitória Barreiros Vaz Pato, José Alberto Costa, Bertina Sousa Gomes, Maria Teresa pinto Leite, António Manuel Possolo e Celina Ventura aos membros e amigos da Comunidade do Rato sobre a nomeação do P. Alberto para a paróquia de S. João de Brito, (20 de agosto de 1973); uma cópia da comunicação feita pelo P. Alberto Neto numa reunião extraordinária do Conselho da Comunidade do Rato, (5 de setembro de 1973); documento sobre «A Oração» do P. Besnard, (outubro de 1971); documento sobre «Declaração comum da doutrina eucarística», (janeiro 1972); dois documentos da Comunidade do Rato relativos à celebração da Páscoa no ano 1972, «Páscoa 1972 - Reflexão de um grupo de cristãos» e «Documentos para reflexão», (1972); um «Apelo ao nosso Bispo» escrito por um grupo de cristãos do Patriarcado de Lisboa a propósito da nomeação do novo Patriarca, (s. d.); dois documentos da Comunidade do Rato, um relativo ao «Auto-Inquérito - Notas da reunião para debate do resumo dos relatórios dos grupos de trabalho», (18 de janeiro 1972), e um outro versando sobre as «Principais razões da existência desta comunidade», a «vida da comunidade» e «apreciações para o futuro da comunidade e possibilidades da sua concretização», (s. d.); uma carta aberta de um grupo de cristãos ao Bispo de Lisboa sobre os apelos paz, o clima de guerra em África e a objeção de consciência, (s. d.).
Contém um conjunto de quatro documentos: «Projecto de um texto a enviar aos religiosos», depois do 25 de Abril, (s. d.); o exemplar de uma carta assinada por «um grupo de cristãos» dirigida ao Núncio Apostólico pedido informações sobre a situação do Bispo de Nampula, (17 de abril de 1974); o esboço de uma missiva escrita por Manuela Silva ao Movimento Justiça e Paz sobre a revolução em Portugal, (s. d.); um cartão de D. José Policarpo dirigido a Manuela Silva declinando o convite feito pelo Centro de Reflexão Cristã (CRC), assegurando, no entanto, que continuaria continua «a fazer tudo o que estiver ao meu alcance para vos ajudar a encontrar para o CRC um verdadeiro estatuto eclesial», (s. d.). Em anexo encontra-se um Bloco de Notas do Centro de Reflexão Cristã (CRC) onde estão apontadas as reuniões do Centro desde junho de 1985 até 1987.
Contém diferentes textos e recortes de jornal da autoria de Manuela Silva escritos entre 2006 e 2008 sobre temas variados como mística do quotidiano, globalização, pobreza e género, economia social, Cristianismo, desenvolvimento humano e Doutrina Social da Igreja. Entre outros, inclui a entrevista de Manuela Sila ao boletim Construir, de janeiro de 2007; a entrevista dada ao jornal Público, em dezembro de 20008; a intervenção de Manuela Silva no Congresso dos 40 anos da Populorum Progressio, no Vaticano em novembro de 2007, «Development in Europe»; um rascunho do texto «Contributo da CNJP para a presidência portuguesa da União Europeia» (2007); o texto «Recuperar a alegria de viver e o nosso compromisso com o mundo. Uma reflexão da CMNJ na Quaresma de 2006»; a entrevista dada ao jornal Voz Portucalense, em maio de 2006; e, ainda, a entrevista de Manuela Silva ao jornal Solidariedade, de outubro de 2006.
Contém diferentes textos e recortes de jornal da autoria de Manuela Silva escritos entre 2001 e 2003 sobre temas variados como trabalho e pobreza, economia e globalização, desenvolvimento comunitário e intervenção social, mulheres e igualdade, cristianismo e Igreja Católica espiritualidade e ecologia. Entre outros, destaquem-se os seguintes textos: «“Pedi e recebereis” – o poder da oração» (2003); «Vida em qualidade -Humanizar o mundo do trabalho» (2003); «A carta da Europa das Consciências. Por uma sociedade reconcialiada com a sabedoria» (2003); «Empresas e dimensão social» (2002);«As mulheres na Igreja e um novo paradigma de vida eclesial» (2002); «A economia de comunhão na rota da globalização solidária» (2002); «O valor da água. Aspectos culturais, sociais e económicos em perspectiva» (2002); «O sentido profético das empresas de economia de comunhão, face a um capitalismo globalizado» (2001); «Globalização e exclusão social» (2001); «Desenvolvimento comunitário como metodologia de intervenção social» (2001).
Contém diferentes textos e recortes de jornal da autoria de Manuela Silva escritos entre 2004 e 2005 sobre temas variados como trabalho e pobreza, economia e globalização, desenvolvimento comunitário e intervenção social, mulheres e igualdade, cristianismo e Igreja Católica espiritualidade e ecologia. Entre outros, inclui a entrevista de Manuela Sila à revista Montepio, em dezembro de 2004; e a entrevista dada à revista Faces de Eva, em 2004; um conjunto de meditações de Manuela Silva proferidas no programa Oração da Manhã da Rádio Renascença, entre outubro de 2004 e setembro de 2005; e, também, uma conferência feita no Encontro de Jovens de Taizé em dezembro de 2004, «Poverty is a denial of human rights. Poverty is with all of us».
Contém diferentes textos e recortes de jornal da autoria de Manuela Silva escritos entre 2009 e 2013 sobre temas variados como oração, mística, globalização, pobreza, género, economia social, crise, Igreja, Cristianismo, desenvolvimento, solidariedade social. Entre outros, inclui o discurso de Manuela Silva na Cerimónia de Atribuição do Grau de Doutor Honoris Causa no ISEG, em junho de 2013; a intervenção de Manuela Silva no Congresso Democrático das Alternativas, em outubro de 2012; um artigo de Manuela Silva no Le Monde Diplomatique de junho de 2011, «Ir além das medidas anticrise»; um artigo da mesma autora no Público, de junho de 2011, «Educação com futuro»; um outro publicado no jornal Expresso de novembro de 2011, «Economia portuguesa: uma economia com futuro!»; e, ainda, um texto de opinião da mesma publicado no jornal O Sol, em outubro de 2010, «Para sair desta crise é urgente uma estratégia de desenvolvimento».
Discursos e notas de intervenções de Manuela Silva sobre o papel e organização do laicado, a formação dos leigos, os sinais dos tempos e o compromisso da Igreja no mundo. Os diferentes textos foram apresentados na Assembleia Mundial da Juventude Escolar Católica (JEC), na Conferência Nacional de Leigos e num Congresso em Lisboa.
Série composta por documentação relativa ao Grupo Socialismo em Liberdade, do qual Manuela Silva fez parte. Contém estatutos, atas, apontamentos, correspondência, artigos e recortes de imprensa.
Contém subsídios letivos de Manuela Silva sobre Segurança Social. Entre anotações, gráficos, recortes de jornal e acetatos, contém artigos da autoria de Manuela Silva sobre o tema: «Segurança social num contexto de crise económica», (março de 1983); «Eficiência, equidade e repartição - coordenadas de uma política de saúde em contexto de crise económica» (março 1984).
Série composta por documentação relativa às funções de Manuela Silva como Secretária de Estado do Planeamento do I Governo Constitucional (1976-1977). Contém correspondência, cópia de despachos e estudos.
Respostas de Manuela Silva, em dezembro de 1974, enquanto presidente do Instituto de Tecnologia Educativa (ITE), a uma entrevista, onde aborda questões como «o enquadramento dos meios audiovisuais ao serviço de determinado esquema político» a utilização das técnicas modernas na «actualização dos métodos pedagógicos» (Telescola, RTP etc.), ou, ainda, a elaboração de um «plano democrático de aculturação do povo português». A lápis, surge escrito por Manuela Silva: «Documentação enviada, juntamente com as peliculas e dispositivos para: Fernando Antunes», e «Entrevista para Vida Mundial».
Respostas de Manuela Silva a um inquérito sobre o desenvolvimento e desigualdade, o papel da Educação de adultos e das universidades em vista à formação de técnicos num contexto concreto de uma dada economia e sociedade.