Padre e fundador “Serviço de Animação Comunitária – Movimento por um Mundo Melhor".
Foi ator secundário, realizador e produtor. Trabalhou no cinema português desde os anos 30. Tem uma extensa filmografia no domínio da curta-metragem, onde se destaca intensa atividade em documentários rodados nas colónias portuguesas, de África e Ásia (na década de 50 em associação com Felipe de Solms).
Viveu no Brasil alguns anos. Na segunda metade da década de 60, na Cultura Filmes, produz algumas curtas-metragens que marcam o aparecimento de novos e importantes realizadores portugueses.
No domínio da longa-metragem, teve uma única experiência (em associação com Felipe de Solms e Henrique Santana) com “O Costa de África”, de João Mendes, tendo-se gorado, em 1967, um projeto de Manuel Guimarães, “O Bandoleiro”, que deveria ter Mestre Baptista e Madalena Iglésias como protagonistas.
Na viragem dos anos 60 para 70, a atividade de Ricardo Malheiro extingue-se, estrangulada financeiramente.
Empresa de vinhos.
Criada em 2000 com o intuito de agregar em rede as escolas onde se ministravam licenciaturas em Serviço Social.
Almirante.
Arcebispo de Conakry – Guiné.
Freira.
Subdiretor da Polícia Internacional e de Defesa do Estado; Diretor de Serviços da Direção Geral de Segurança.
Enfermeiro.
Jornalista e diretor do jornal República.
Diretor do periódico «Documentação Católica».